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  • 5 alimentos que são essenciais para hipertrofia, mas não são fontes de proteína

    5 alimentos que são essenciais para hipertrofia, mas não são fontes de proteína

    Não é só com proteína que se constrói músculos. Confira 5 alimentos que não são fontes deste nutriente mas são essenciais para quem objetiva hipertrofia.

    Ganhar massa magra não é uma tarefa das mais fáceis. É preciso combinar treino e dieta com muita dedicação, disciplina e conhecimento.

    Quando o assunto é ganhar músculos, a maioria das pessoas foca única e exclusivamente na proteína, deixando outros macro e micronutrientes de lado.

    Isso é um grande erro – sem atenção aos outros nutrientes, dificilmente você vai ganhar massa.

    Por exemplo, se não consumir gordura e carboidrato, seu organismo usará seus músculos como fonte de energia, fazendo com que você perca tudo que conquistou.

    Por isso, separei aqui uma lista com alguns alimentos que não são primeiramente fontes de proteínas, mas vão te ajudar a ganhar massa magra.

    1- Abacate

    O abacate acrescenta calorias saudáveis à sua dieta, o que vai te ajudar a atingir sua meta calórica diária de uma forma positiva.

    E se você quer crescer, essa meta é, provavelmente, muito alta.

    Além disso, essa fruta é rica em gorduras boas, que são essenciais não só para a hipertrofia, como para a queima de gordura, como já falei nesse post aqui.

    O abacate ainda é rico em potássio e vários outros nutrientes essenciais para quem treina.

    Apenas lembre que, como é calórico, deve ser consumido com atenção, sem exageros.

    2- Quinoa

    Apesar de não pertencer à família das gramíneas, a quinoa, originária da América do Sul e cultivada, principalmente, na região dos Andes, é classificada como alimento pseudocereal por apresentar características semelhantes às dos cereais. Tem alto teor de amido (de 52% a 60%, do peso do grão) e excelente qualidade proteica. Estudos têm demonstrado que a quinoa é um dos poucos alimentos vegetais que fornecem uma composição equilibrada dos aminoácidos essenciais. Os aminoácidos essenciais são aqueles que o organismo não é capaz de sintetizar (produzir) e, por isso, devem ser incluídos na dieta.   

    Além disso, a quinoa é considerado um dos alimentos mais completos e balanceados e se destaca pelo alto valor nutricional, rica em proteína de alta digestibilidade, alto teor de lipídio, principalmente ácidos graxos insaturados, vitaminas E e C, vitaminas do complexo B e minerais como potássio, cálcio, magnésio, fósforo, ferro e zinco.

    Por ter baixo índice glicêmico e ser um rico em fibra, a quinoa estimula a mastigação, diminui o esvaziamento gástrico e aumenta a sensação de saciedade, adiando a fome. Dessa forma, pode ser usada em planos alimentares e incluída na alimentação diária, ajudando na promoção de hábitos alimentares saudáveis.

    Como consumir

    A quinoa pode ser consumida na forma de farinha, flocos ou grãos. Os grãos podem ser usados ​​na produção de alimentos e também serem consumidos de forma semelhante ao arroz cozido, ou em sopas, iogurte e saladas, ou moídas como farinha.

    A sugestão é lavar a quinoa grão em água fria e, sempre que possível, comer cozida, pois reduz o teor de fitatos e saponinas, e facilita o processo digestivo.

    Dicas:

    • Os grãos devem ser lavados antes de consumidos para retirar as saponinas, que ficam na camada externa do grão, conferindo sabor amargo

    • A quinoa geralmente cozinha entre 15 e 20 minutos. Então, para melhor aproveitamento dos seus nutrientes, coloque pouca água para cocção

    • No uso doméstico, a forma mais consumida do grão é cozido em água, utilizando o mesmo método de preparação do arroz, podendo ser temperado antes ou após o cozimento, e pode, também, ser acrescentado em saladas, sopas e molhos

    • A farinha derivada do grão pode ser utilizada na preparação de mingaus, pudins, pães, panquecas, biscoitos e bebidas

    • A quinoa em flocos pode ser consumida com frutas, em saladas ou acrescentadas em sucos

    • Evite comer  quinoa crua e em excesso, pois pode causar flatulência e desconforto abdominal(devido às fibras), e pode reduzir a absorção de ferro e zinco (devido a presença de fatores antinutricionais, como fitatos)

    3- Leguminosas

    As leguminosas como feijão e lentilha também têm boas doses de proteína.

    Em uma quantidade menor quando comparada com as carnes e aos ovos, mas o suficiente para dar um up na ingestão desse macronutriente.

    Além disso, esse tipo de alimento é rico em fibras, o que vai melhorar o funcionamento do seu sistema gastrointestinal.

    Para completar, são ricos em vitaminas e minerais fundamentais para a saúde e, mais ainda, para o organismo de um atleta.

    Vitamina E, ferro e magnésio, que são fundamentais à função muscular, estão lá.

    4- Batatas

    As batatas são muito consumidas por quem treina e deseja ganhar massa muscular, pois é uma fonte de carboidrato muito fácil de consumir. O consumo de carboidratos é muito importante porque é a principal fonte de energia e principalmente para quem deseja ganhar massa muscular.

    Ajuda a elevar o consumo calórico, evita o estado catabólico e favorece a liberação de insulina – hormônio anabólico e responsável pela entrada de nutrientes nas celular.

    As batatas possuem boas propriedades nutricionais: como grande quantidade de água, fibra alimentar e é uma importante fonte de carboidratos para o dia a dia. Além disso, contém vitaminas, potássio, cálcio, ferro, magnésio, manganês e zinco.

    5- Frutas e Vegetais

    Pode parecer óbvio, mas a inclusão de frutas e vegetais em sua dieta diária alimentar pode trazer uma série de benefícios para sua saúde e para o seu ganho de massa muscular.

    Frutas e vegetais possuem os minerais e vitaminas que seu corpo precisa para funcionar bem e também são ricos em antioxidantes. Esses antioxidantes o protegem de diversas doenças.

    Confira alguns dos principais motivos deles estarem nessa lista.

    Fonte de fibras

    Excelente fonte de fibra, o que é bom para a digestão saudável. Eles também ajudam na redução de seu colesterol. Comer vegetais irá mantê-lo saciado, ajudando-o a reduzir a sua vontade de comer “besteira” fora de hora. Automaticamente isso irá, por sua vez, ajudá-lo na perda de peso.

    Vitaminas e minerais

    Você deve incluir vegetais em sua dieta porque eles fornecem muitos micronutrientes, que são nutrientes necessários para a manutenção do organismo, embora sejam requeridos em pequenas quantidades, de miligramas a microgramas.

    Fazem parte desse grupo: as vitaminas e os minerais. Eles são fundamentais para sua saúde, incluindo: potássio, o que ajuda na manutenção de uma pressão sanguínea saudável; cálcio, que é importante para as mulheres grávidas; vitamina A, excelente para os olhos; e vitamina C, que ajuda na absorção de ferro.

    Baixo em gorduras e calorias

    Como frutas e vegetais são baixos em gorduras e calorias, eles ajudam na manutenção de um peso saudável. Por exemplo, se você consumir 400 calorias de alimentos que possuam óleo, não o deixará saciado – você ficará com mais fome.

    Mas se você preencher o estômago com 400 calorias de vegetais, seu estômago ficará repleto de alimentos ricos em nutrientes, deixando pouco espaço para que outros alimentos sejam consumidos e com a sensação de saciedade. Por isso que é importante consumir vegetais para o controle de peso e como parte de uma dieta saudável.

    Você pode comer seus vegetais crus, cozidos, congelados ou enlatados. No entanto, é melhor comê-los frescos (ex: saladas), pois conservam sua composição nutricional.

  • Nosso corpo sabe a diferença entre açúcar natural e artificial?

    Não é segredo que a maioria de nós poderia reduzir o açúcar. De fato, de acordo com a American Heart Association, os adultos norte-americanos comem em média 77 gramas de açúcar por dia – mais de três vezes a quantidade diária recomendada para as mulheres (cerca de 25 gramas de açúcar adicionado).

    Se você está tentando reduzir o consumo de açúcar, os adoçantes artificiais podem parecer atraentes. Mas não é assim tão fácil. Aqui está o que você precisa saber sobre como seu corpo responde ao açúcar natural e artificial.

    DIMINUINDO O CONSUMO DE AÇUCAR

    Em geral, existem dois tipos principais de açúcar: Os naturais e os adicionados.

    O açúcar natural pode ser encontrado em alimentos como frutas (frutose) e leite (lactose). Ao contrário do açúcar de mesa que você coloca no café, esses açúcares existem naturalmente em seus alimentos e não precisam ser adicionados.

    Enquanto isso, os açúcares adicionados incluem qualquer açúcar natural (açúcar branco, açúcar mascavo, mel) ou adoçante processado (xarope de milho com alto teor de frutose) adicionado a alimentos ou bebidas durante o processamento ou a preparação.

    Seja natural ou processado, o açúcar contribui com calorias extras e zero nutrientes para sua dieta. Se você exagerar, todas essas calorias extras podem levar a ganho de peso e inflamação, colocando-o em risco de problemas crônicos de saúde como diabetes, doenças cardíacas, pressão alta e colesterol alto, de acordo com Brittany Poulson, RDN, Utah-based certified diabetes educator.

    Infelizmente, muitas de nossas comidas e bebidas favoritas são carregadas com açúcar adicionado. Você os encontrará em itens como refrigerantes, assados ​​e iogurtes com sabor, mas cuidado: eles também se escondem em lugares surpreendentes, como sopa, ketchup e pão.

    AÇUCARES ARTIFICIAIS

    Adoçantes artificiais são substitutos sintéticos do açúcar. Eles foram criados inicialmente para pessoas com diabetes e / ou para aqueles que estavam preocupados com seus níveis de açúcar no sangue por outros motivos médicos, diz Leah Kaufman, MS, RD, um educador certificado em diabetes na cidade de Nova York.

    Comparados ao açúcar natural e adicionado, os adoçantes artificiais – também conhecidos como alternativas de açúcar e adoçantes não nutritivos – são de baixa ou nenhuma caloria. Adoçantes artificiais comuns incluem aspartame, sacarina, sucralose e estévia.

    Substituir alimentos e bebidas açucarados por opções adoçadas artificialmente pode ajudar a reduzir calorias e reduzir o risco de problemas crônicos de saúde, como doenças cardíacas e diabetes. “Os açúcares artificiais são uma boa opção para as pessoas com diabetes, para ajudar a diminuir a ingestão de carboidratos e, ao mesmo tempo, permitir que desfrutem de alimentos e bebidas doces”, observa Poulson.

    Definir açúcar como ‘natural’ versus ‘artificial’ pode ser complicado, no entanto, porque o termo ‘natural’ não é regulamentado pelo FDA, de acordo com Poulson. Alguns adoçantes artificiais são criados a partir de substâncias que ocorrem naturalmente. A estévia, por exemplo, é apontada como um adoçante de ervas totalmente natural, enquanto a sucralose realmente vem do açúcar.

    Mesmo que seu paladar não sinta tanta diferença entre açucares naturais e artificiais, não tenha dúvidas que o seu corpo sabe.

    Por exemplo, pesquisas sugerem que seu cérebro não é enganado por adoçantes artificiais: “Seu cérebro não responderá aos açúcares artificiais da mesma maneira que faria se você tivesse um biscoito de chocolate ou um pedaço de bolo”, diz Kaufman.

    De acordo com Kaufman, o consumo de açúcar ativa as vias de recompensa em seu cérebro, levando à liberação de substâncias químicas saudáveis, como a dopamina. Adoçantes artificiais, por outro lado, ativam apenas parcialmente as vias de recompensa. O motivo? Eles oferecem o sabor doce que nosso corpo deseja, mas não as calorias (leia-se: energia) que precisamos para sobreviver.

    Isso significa que você provavelmente não se sentirá satisfeito depois de comer um biscoito adoçado artificialmente, o que pode fazer você consumir açúcar de verdade mais tarde, diz Kaufman. O resultado: um risco aumentado de problemas de saúde. “Houve alguns estudos observacionais que vinculam adoçantes de baixa caloria ao ganho de peso, risco de diabetes tipo 2 e outras doenças cardiometabólicas”, diz Poulson. No entanto, a pesquisa não pode provar que os adoçantes de baixa caloria foram os culpados, e são necessários mais estudos.

    Seu corpo também digere açúcar natural e artificial de maneira diferente.

    O açúcar natural passa pelo processo normal de digestão: é decomposto e absorvido pelo estômago e intestino delgado antes de ser liberado na corrente sanguínea. A partir daí, o açúcar (na forma de glicose e / ou frutose) é enviado às células para ser usado como energia. “Uma vez que nossas células tenham toda a energia imediata de que necessitam, o [açúcar] restante é convertido e armazenado como glicogênio no fígado e nas células musculares”, diz Poulson. Seu corpo pode retirar essas reservas de combustível quando não há combustível imediato disponível.

    “Além disso, o fígado também usa frutose para criar e armazenar gordura”, diz Poulson. “Quando o fígado não tem mais espaço para armazenar essas unidades de açúcar como gordura, há um acúmulo de glóbulos de gordura, o que resulta em um ‘fígado gordo’ ou doença hepática não alcoólica”.

    Enquanto isso, um pouco de açúcar artificial viaja pelo nosso sistema digestivo sem ser digerido, de acordo com Poulson. Adoçantes artificiais feitos com álcoois de açúcar (você os encontrará em alimentos rotulados como ‘sem açúcar’), em particular, são difíceis de digerir e podem causar problemas como inchaço, gases intestinais e até diarréia.

    PONTO CHAVE: MODERAÇÃO

    Se você escolhe adoçantes naturais ou artificiais (ou ambos), sua melhor aposta é usá-los com moderação. Limite o açúcar adicionado, em particular, a não mais que 100 calorias (6 colheres de chá) por dia para mulheres e não mais que 150 calorias (9 colheres de chá) por dia para homens.

    Quando você deseja algo doce, procure alimentos naturalmente doces como frutas, pois oferece nutrientes benéficos como vitaminas, minerais e fibras, diz Kaufman. Alimentos adoçados naturalmente também são menos propensos a causar uma queda de açúcar, ela acrescenta.

    Em vez de substituir o seu refrigerante adoçado com açúcar favorito pela versão “dieta”, tente água com gás; adicione um pouco de suco de frutas 100%, se quiser sabor. “Dessa forma, você ainda obtém o gás sem os açúcares adicionados ou artificiais”, diz Poulson.

  • Como calcular sua necessidade de macro e micronutrientes

    Como calcular sua necessidade de macro e micronutrientes

    Você se dedica no treino, controla a alimentação e não consegue chegar no seu objetivo? O problema pode estar na sua dieta. Veja como calcular!

    Aumentar a massa muscular ou emagrecer não é uma tarefa tão simples. Não basta contar calorias, treinar e pronto.

    Mais do que se preocupar com calorias, você precisa saber a quantidade correta de cada macro e micronutriente que seu organismo precisa.

    E isso não é tão complicado quanto parece.

    Eu vou te ajudar a calcular o quanto de calorias e macronutrientes você precisa para chegar no seu objetivo com saúde.

    Saca só:

    Como calcular sua necessidade de macro e micronutrientes

    Como calcular sua necessidade calórica

    Uma fórmula simples e recomendada para atletas e praticantes de atividade física é a recomendação da Sociedade de Medicina Esportiva.

    A ingestão calórica recomendada é de 37 a 41kcal/kg de peso corporal por dia, que pode variar 30 e 50 kcal/kg de peso corporal, para perda ou ganho de peso corporal.

    Então, se você quer emagrecer, você precisa ter um consumo calórico mais reduzido, mais perto de 30 calorias / kg de peso por dia. Mas se o seu objetivo for ganho extremo de massa muscular, você precisa de um consumo calórico bem mais alto – mais próximo de 50 calorias.

    É claro que tudo depende também do tipo e intensidade do seu treino.

    Basta você multiplicar o seu peso por essa recomendação para descobrir quanto de calorias você precisa consumir em um dia.

    Então, a fórmula ficaria mais ou menos assim: PC (peso corporal) X 30 ou 50 caloriasSendo 30 para perda de peso e 50 para ganho de massa muscular.

    Por exemplo, um cara de 80 kg que deseja perder peso corporal e treina todos os dias, precisa de 2400 calorias diárias em média.

    Agora que você já sabe quanto de calorias precisa consumir ao longo do dia para chegar no seu objetivo, você precisa saber quanto de cada proteína, carboidrato e gordura você precisa ingerir.

    Mingau de aveia

    Como calcular os macros

    É o equilíbrio entre o consumo desses nutrientes de acordo com o seu objetivo que vai tornar sua alimentação saudável e fazer com que você chegue no seu objetivo de forma mais efetiva.

    Também existem diversas recomendações para a distribuição calórica, ou seja, quanto de cada um dos macronutrientes você deve consumir em relação às suas necessidades calóricas.

    • 10 a 35% de proteína
    • 45 a 65% de carboidrato
    • 20 a 35% de gordura

    Com essa recomendação, você precisa pegar a quantidade de calorias diárias que você precisa e dividir conforme o percentual indicado.

    Usando o exemplo do cara de 80 kg que você consumir 2400 calorias diárias, ele precisa aproximadamente:

    • 720 calorias de proteína
    • 1080 calorias de carboidrato
    • 600 calorias de gordura

    Cada grama de proteína e carboidrato equivale a 4 calorias, enquanto cada grama de gordura é 9 calorias. Então, se você dividir o número de calorias de proteína e carbo por 4 e de gordura por 9, você descobre quantos gramas de cada nutriente você precisa.

    Vamos lá.

    • 720 / 4 = 180 g
    • 1080 / 4 = 270 g
    • 600 / 9 = 66 g

    Lembre-se que 180g de proteína não é 180g de um alimento fonte de proteína, então você precisa calcular quantos gramas de proteína tem um filé de frango por exemplo e somar com a quantidade de proteína de outros nutrientes para chegar nos 180g que você precisa.

    Micronutrientes

    As doses de micronutrientes (vitaminas e minerais) são mais fáceis de serem calculadas, pois os especialistas recomendam uma dose padrão para consumo diário.

    Assim fica bem mais fácil, hein?!

    Algumas pessoas podem ter dificuldade de absorver algumas vitaminas ou minerais, então é preciso consumi-las em quantidades diferentes.

    Além disso, essas quantidades podem variar de acordo com a idade, gênero, etc.

    Porém, vamos levar em consideração uma situação normal:

    • Vitamina B12: 3 a 5 microgramas (µg) por dia
    • Vitamina D: 5 a 50 microgramas (µg) por dia
    • Vitamina A: 900 microgramas (µg) por dia
    • Vitamina C: 90 miligramas (mg) por dia
    • Vitamina E: 15 miligramas (mg) por dia
    • Cálcio: 1000 miligramas (mg) por dia
    • Iodo: 150 microgramas (µg) por dia
    • Ferro: 8 miligramas (mg) por dia
    • Zinco: 11 miligramas (mg) por dia

    Com uma alimentação equilibrada e variada você vai conseguir facilmente a ingestão desses nutrientes.

    Então, uma alimentação colorida e variada e o consumo adequado de frutas e vegetais são fundamentais para uma ingestão de micronutrientes adequado.

    Além disso, há suplementos nos mercados ricos em vitaminas e minerais que ajudam a evitar a deficiência desses nutrientes e ainda podem ajudar na melhora do desempenho físico.

    O que são macro e micronutrientes?

    Alguns nutrientes são essenciais para o funcionamento do nosso organismo e, obviamente, para emagrecer, melhorar o desempenho físico e/ou para a construção de músculos.

    Entre os micronutrientes, dois são essenciais: as vitaminas e os minerais.

    Já entre os macronutrientes, estão as proteínas, os carboidratos e as gorduras. Estes, como mencionados acima, são fundamentais para você chegar no seu objetivo.

    Veja porque cada um é importante na sua alimentação.

    Macronutrientes

    Proteínas

    Matéria-prima dos músculos, é o nutriente fundamental para a construção da fibra muscular e de praticamente todos os tecidos do organismo. Ou seja, fundamental para construção e recuperação muscular.

    Normalmente, são encontradas em maiores quantidades em carnes e laticínios, mas também está amplamente presente em alguns alimentos de origem vegetal.

    Carboidratos

    É a principal fonte de energia do organismo e pode ser classificado como “simples” ou “complexos”, e isso depende do tempo que o organismo leva para quebrar suas moléculas.

    Os simples são liberados e absorvidos rapidamente, enquanto os complexos são liberados gradualmente. Não existe bom e ruim, tudo depende do objetivo da pessoa e de como e quando cada um é consumido.

    Batata doce, arroz e massas integrais são alguns exemplos de carboidratos complexo. Entre os carboidratos simples estão os pães, batata inglesa, arroz, entre outros.

    Gorduras

    Também fornecem energia para o organismo e ajudam a sintetizar diversas vitaminas, além de auxiliarem na produção dos hormônios.

    Ao contrário do que alguns pensam, o consumo de gordura é essencial para a saúde e também você chegar no seu objetivo.

    O consumo das gordura insaturadas (poli e monoinsaturadas) deve ser priorizado, pois são as gorduras boas. Elas estão presentes no azeite, abacate, castanhas, peixes e outros alimentos.

    Se você ainda tem dúvidas sobre como ter uma alimentação específica para o seu objetivo, eu posso te ajudar! Me manda um direct pelo meu instagram @delanopinheiro

  • ALIMENTOS QUE FORTALECEM O SEU SISTEMA IMUNE

    ALIMENTOS QUE FORTALECEM O SEU SISTEMA IMUNE

    Variedade nos nutrientes irá mantê-lo saudável durante o ano todo, seja no calor e até quando o tempo frio chegar na sua cidade.

    Seu risco de ficar doente aumenta quando os dias ficam mais curtos e o ar fica mais frio. A boa notícia é que consumir certos nutrientes pode ajudar a manter seu sistema imunológico forte, por isso esteja preparado para combater qualquer vírus desagradável que surgir no seu caminho. Variedade é fundamental, comer diferentes tipos de alimentos é importante se você deseja obter todas as vitaminas, minerais e outros micronutrientes que várias frutas, vegetais e proteínas oferecem. Os alimentos abaixo são um bom reforço.

    IOGURTE, KEFIR E KOMBUCHA

    healthy foods to eat in winter

    Probióticos são bactérias benéficas que alimentam seu intestino com o que é necessário para se manter saudável. De acordo com um estudo publicado no British Journal of Nutrition, os probióticos podem realmente funcionar para aliviar os sintomas do resfriado mais rapidamente. Quando os pesquisadores deram a quase 200 estudantes universitários um suplemento probiótico ou um placebo por 12 semanas, descobriram que os estudantes que tomavam probióticos lidavam com nariz entupido ou dor de garganta por um período mais curto de tempo, mesmo que os dois grupos pegassem um resfriado ao mesmo tempo.

    Os sintomas também foram 34% menos graves do que os experimentados por placebo. Enquanto mais estudos continuam surgindo, a melhor recomendação atualmente parece estar visando pelo menos uma porção de alimentos fermentados por dia, porque eles oferecem a maior variedade de bactérias boas para você.

    OVOS, SALMÃO E LEITE

    healthy foods to eat in winter

    A maioria de nós não consome vitamina D suficiente e esse pode ser um grande problema. A vitamina D ajuda no crescimento ósseo, fortalece os músculos e outros benefícios. Consumir o suficiente pode reduzir o risco de infecções respiratórias, como por exemplo, nariz escorrendo, febre e dor de garganta. A melhor maneira de obter vitamina D suficiente é expondo sua pele ao sol, mas isso não é exatamente fácil quando os dias ficam mais curtos, especialmente se você mora em lugares com inverno mais rigoroso e com muita chuva.

    Embora seja difícil obter vitamina D suficiente apenas com a sua dieta, você ainda pode encontrá-la em alimentos como gemas, leite fortificado e suco de laranja, peixes gordurosos como salmão e iogurte. A suplementação também pode ser benéfica nesse caso, só consulte o seu médico para que ele possa indicar a melhor forma de tomar.

    CACAU EM PÓ E ROMÃ

    healthy foods to eat in winter


    Os polifenóis são poderosos antioxidantes conhecidos por sua capacidade de combater os danos celulares. Eles são abundantes em muitos alimentos comuns, como cacau em pó, ervas secas e frutas escuras, como mirtilos e romãs. Como isso mantém você saudável? Uma análise descobriu que os polifenóis no cacau podem ter um impacto positivo nas células T, o que ajuda a manter o sistema imunológico funcionando corretamente.


    Em outro estudo no British Journal of Nutrition, os pesquisadores pediram que as pessoas que estivessem com um resfriado tomassem uma pílula de placebo ou bebessem uma bebida cheia de polifenol. Depois de tomar a dose diária por 10 dias, eles descobriram que aqueles que consumiam a bebida relatavam sentir-se significativamente melhor do que as pessoas que tomavam a pílula. Como a hidratação é importante, considere o suco de romã. Um estudo descobriu que 100% do suco de romã continham as maiores concentrações de polifenóis em comparação com outros sucos.

    GENGIBRE

    healthy foods to eat in winter

    ”Foi demonstrado que o gengibre ajuda a defesa natural do corpo contra doenças ao ativar as células T, capazes de destruir as células que foram infectadas e combater a inflamação e sentir-se bem o ano todoz” diz says Manuel Villacorta, M.S., R.D


    O gengibre também contém dois fitoquímicos que demonstraram ajudar a estimular a circulação sanguínea. Experimente em um das suas vitaminas ou até na sua água diária ou sucos.

    LARANJAS, MORANGOS E PIMENTAS

    Os estudos mostram que, embora a vitamina C possa não ser poderosa o suficiente para evitar completamente o resfriado comum, ela certamente pode ajudar a combater infecções e reduzir a duração dos sintomas quando tomado em doses mais altas. Os Institutos Nacionais de Saúde recomendam a obtenção de um mínimo de 90 miligramas e não mais de 2.000 mg de vitamina C por dia. Obviamente, as laranjas são uma ótima fonte de vitamina C, mas outras frutas cítricas também são importantes. Morangos, pimentões e espinafres são boas opções.

    FRUTOS DO MAR

    O zinco é conhecido por sua capacidade de combater resfriados. Pesquisadores da Finlândia descobriram que tomar 80 a 92 miligramas de zinco por dia, pode reduzir a duração do seu resfriado em três dias. Isso ocorre porque o zinco pode funcionar para impedir a replicação do vírus do resfriado em seu sistema, afirmam os autores da nota da metanálise.

    A maioria dos estudos examinou a capacidade de combater o resfriado do zinco por meio da suplementação, mas carregar alimentos ricos em zinco certamente pode dar às refeições um impulso nutritivo. Frutos do mar, como caranguejo, lagosta podem ajudar no consumo de zinco. A carne também é particularmente rica em zinco.

    … E NÃO ESQUEÇA DE DORMIR

    healthy foods to eat in winter

    Sua saúde vai além da nutrição. Se você não está dormindo adequadamente, corre o risco de alguma infecção. “Um estudo de 2015 da revista Sleep indicou que a probabilidade de pegar um resfriado era muito menos quando você tem um sono adequado”, explica o treinador de desempenho Brandon Marcello, Ph.D. Pessoas que dormiam menos de cinco horas por noite tinham 45% de chance de adoecer quando expostas ao vírus do resfriado. Para aqueles que tiveram mais de sete horas, o risco caiu para 17%.

  • Hipertrofia: o que a ciência diz sobre o crescimento muscular

    Hipertrofia: o que a ciência diz sobre o crescimento muscular

    Atingir a hipertrofia é resultado de muita dedicação, mas a ciência explica alguns fatores pra te ajudar a entender melhor como isso tudo acontece.

    O funcionamento do corpo e sua reação aos estímulos enviados nos treinos são assuntos bastante complexos que exigem dedicação e estudo para uma melhor compreensão. Entender alguns dos principais conceitos da Treinamento Físico pode ajudar a ter melhores resultados. FATO! Sem mitos, sem boatos, sem “achismo”. Com embasamento.

    Por exemplo, o que você sabe sobre hipertrofia além de que ela promove o desenvolvimento muscular?

    Você sabe exatamente como se dá esse processo? Porque ele acontece, como, quando? O que pode colocar tudo a perder?

    É disso que falarei aqui. Se você quer ter um conhecimento teórico que pode te ajudar a chegar mais longe nos treinos, esse post é pra você.

    Hipertrofia: o que a ciência diz sobre o desenvolvimento muscular

    Hipertrofia

    Num primeiro momento o corpo entende o exercício como um agente estressor.

    Depois do treino com o descanso e alimentação adequados ocorre a fase de anabolismo, conhecida também como fase de síntese de proteínas nos músculos.

    Para quem não manja nada do assunto, a hipertrofia não acontece no estágio inicial do treinamento. As primeiras adaptações acontecem graças ao sistema neural.

    Nas primeiras 4 a 6 semanas a maioria dos resultados de aumento de força acontecem devido a evolução coordenativa. As fibras musculares ainda não estão crescendo e os resultados ainda são imperceptíveis.

    E acredite, À essa altura muita gente já abandonam os treinos. Manter o foco e o comprometimento com o treino nesse início é o que vai te levar a benefícios reais nas semanas seguintes.

    Com alguns meses a hipertrofia começa a realmente tomar conta dos músculos, em geral os membros superiores parecem ter melhores resultados aos inferiores.

    Os iniciantes podem ganhar cerca de 1,2 kg de músculos por mês dependendo da sua genética, gênero, descanso e alimentação nos primeiros meses – e isso evidentemente também depende da sua consistência e foco nos treinos.

    Os mais experientes têm um ganho de massa muscular bem menor, e às vezes chegam até a um platô difícil de quebrar.

    Mas vale lembrar que descanso e nutrição tem um papel essencial e sem esse tripé você nunca conquistará resultados ótimos!

    Mecanismos da Hipertrofia

    • Tensão mecânica – Quando o músculo é submetido a uma alta tensão otimiza seu crescimento. Faça muita força!
    • Estresse metabólico – Quando o músculo recebe uma tensão por um período de tempo prolongado sofre um estresse metabólico que aumenta a síntese de proteínas. Leve o músculo a fadiga!
    • Edema celular – Quando o músculo recebe muito sangue acontece um inchaço nas fibras musculares, isso possibilita uma melhor perfusão sanguínea estimulando o anabolismo num segundo momento. Deixe seus músculos inchados!
    • Recrutamento de fibras brancas – Quanto maior o recrutamento dessas fibras responsáveis por força e potência maior a chance de hipertrofia. Treine força e potência!

    A hipertrofia é induzida pelo estímulo do exercício. Quanto mais esses mecanismos acima forem enfatizados, mais benefícios trará!

    5 variáveis para otimizar a hipertrofia

    Intensidade

    Treinar de forma intensa sem dúvida é a variável mais importante quando estamos estimulando o crescimento muscular.

    É expresso como a percentagem de uma repetição máxima (1 RM). Intensidade é igual ao número de repetições que você pode fazer com um certo peso.

    Quanto mais pesado, menos repetições você consegue fazer.

    Realizar entre 6 a 12 repetições tem se mostrado de acordo com a ciência a faixa ideal de repetições para hipertrofia.

    Desde 1984 com esse estudo a ciência mostra que cargas leves, abaixo de 65% de 1 RM são insuficientes para construir tecidos musculares. E estudos atuais corroboram com tal afirmação.

    No entanto uma faixa mais baixa de repetições – cerca de 3 a 5 reps – é mais efetiva para alcançar a tensão mecânica, fator essencial dos mecanismos de hipertrofia.

    E parece ainda otimizar o hormônio de crescimento e a testosterona, como confirma o estudo da Universidade de Massachusetts.

    Já para estimular o estresse metabólico – outro importante mecanismo da hipertrofia – a zona de melhor intensidade de acordo com pesquisador da Universidade de Memphis seria algo em torno de 10 a 15 repetições.

    Gerando maior fadiga muscular e consequente produção de lactato, o que estimula também o anabolismo muscular.

    Volume

    Um volume alto, com protocolos de séries múltiplas, tem se mostrado bem superior a somente uma única série.

    Na realidade os estudos ainda não parecem conclusivos, mas algo em torno de 9 a 16 séries por músculo parece ser o ideal.

    Um treino onde você realize divisões (como ABC ou outras) parecem melhor que uma rotina de corpo todo (full body) para aumento da hipertrofia.

    Essa pesquisa realizada no laboratório de Oklahoma viu que 8 semanas periodizadas de treinos com divisões foram extremamente eficazes.

    Treinos com divisões permitem mais dias de descansos para os músculos além de aumentarem o volume de séries para músculos isolados, o que permite um edema celular maior!

    Seleção de exercícios

    Quando falamos de crescimento muscular os programas com exercícios multiarticulares são a chave do sucesso.

    Evidentemente que você DEVE ter isolados. Eles são excelentes para aumentar o edema celular e o estresse metabólico.

    No entanto deve ter os melhores multiarticulares no seu treino, como agachamento, terra, supino e desenvolvimento!

    Só eles conseguem atingir a tensão mecânica necessária para recrutar uma grande quantidade de massa muscular com um grande impacto sobre a resposta hormonal.

    Grandes níveis de testosterona e hormônio do crescimento foram reportados no artigo de pesquisadores Dinamarqueses quando comparados aos exercícios isolados.

    Intervalo de descanso

    Podemos classificar o intervalo de descanso em três categorias:

    • Curto – 30 segundos ou menos
    • Moderado – 45 a 90 segundos
    • Longo – 2-3 minutos ou mais

    Descanso curto não permite tempo suficiente para restaurar a força muscular, já o longo compromete o estresse metabólico, por ser muito longo, portanto a faixa ideal é o intervalo moderado.

    A divisão de fisiologia do exercício do US Army comparou os intervalos, e os pesquisadores concluíram que o descanso moderado está associado com uma demanda metabólica maior, levando a efeitos anabólicos e endócrinos positivos.

    Treinar até a falha

    A falha muscular é definida como o ponto durante uma série que o praticante não consegue mais realizar repetições por mais uma repetição.

    Treinar até esse ponto ativa um número maior de fibras musculares brancas. Aumenta também o estresse metabólico nesse músculo elevando assim os efeitos hipertróficos.

    Pesquisadores australianos em 1994 já mostravam esse efeito benéfico do treinamento até a falha concêntrica.

    Colha os benefícios desse conceito de treinamento!

    Conclusão

    Para se alcançar hipertrofia máxima são necessários atentar se a algumas variáveis então. O exercício deve ser intenso!

    O trabalho entre 6 a 12 reps é o ideal para hipertrofia – faça descanso de 45 a 90 segundos – mas em algum período ao longo dos seus treinos, é interessante variar com treinos mais intensos num range de 3 a 5 reps – com descansos pouco maiores de 2 min.

    Num outro momento varie novamente indo para 10 a 15 reps ou faça super séries, dropsets ou rest pause.

    Faça treinos com divisões. A, B, C é uma ótima opção. Você pode treinar pesado e ainda ganha um descanso significativo para cada grupo muscular.

    Escolha os melhores exercícios multiarticulares primeiro e depois passe para os isolados. Faça entre 9 a 16 séries por grupo muscular, mais do que isso é exagero e se torna desnecessário!

    Espero que tenha curtido esse post e espero também que vocês coloquem em prática.

    Bons treinos!!

  • 4 receitas proteicas com ovo para ajudar a manter a sua massa muscular

    4 receitas proteicas com ovo para ajudar a manter a sua massa muscular

    Uma alimentação rica em proteína é essencial nesse período de quarentena.

    Você já sabe que uma alimentação rica em proteína é essencial para quem quer manter e construir músculos certo? (Principalmenete agora nesse período de quarentena que não temos as máquinas da academia para ajudar na construção dos músculos, temos que nos alimentar bem para conseguir manter a massa muscular. )

    Os ovos têm muita proteína e por isso devem estar presentes no seu dia a dia. Hoje eu tenho quatro receitas proteicas com ovo para você ter uma alimentação adequada e saborosa, que te ajudarão nesse processo de manutenção da massa muscular.

    Lembrando que uma pessoa não depende apenas de proteína é preciso olhar para todos os nutrientes.

    1. Ovo pochê ao molho de tomate

    ovo pochê no molho

    Ingredientes:

    • 1 cebola em fatia
    • 1 colher (sopa) de alho picado
    • 2 ovos
    • 5 colheres de massa de tomate
    • Azeite para refogar
    • Sal à gosto
    • Salsa picada

    Modo de preparo:

    Refogue a cebola e o alho, e quando a cebola estiverem bem dourados adicione o molho de tomate.

    Tempera com sal e temperos à gosto e quando o molho estiver bem quente, quebre os ovos em cima do molho sem quebrar a gema e aguarde até chegar no ponto.

    Depois, e do finalizar com a salsa picada. Se você quer a gema bem durinha, pode tampar a panela por alguns minutos.

    Essa receita tem aproximadamente 582 calorias.

    Macros aproximados

    Carboidratos: 65,8g / Proteínas: 18,7g / Gorduras: 24,7g

    2. Panquecas proteicas de ovo e aveia

    panqueca de aveia

    Ingredientes

    • 5 claras de ovo;
    • 5 colheres (sopa) de aveia;
    • 1 colher de chá de azeite;
    • Canela a gosto.

    Modo de preparo

    Espalhe o azeite na frigideira e aqueça-a no fogão. Enquanto a frigideira esquenta, bata todos os demais ingredientes no liquidificador.

    Em seguida, coloque um copo da mistura por vez na frigideira e espere de um a dois minutos, até que os dois lados da panqueca fiquem dourados.

    ESSE RECEITA TEM APROXIMADAMENTE 415 CALORIAS

    MACROS APROXIMADOS

    Carboidratos: 12,7g / Proteína: 30,49g / Gorduras: 12,74g

    3. Omelete proteico

    omelete proteico

    Ingredientes

    • 5 claras de ovo;
    • 1 ovo inteiro;
    • 1 colher (sopa) de leite;
    • 1 tomate picado;
    • 1 colher (sopa) de cebolinha;
    • 1 fatia de queijo branco;
    • Sal a gosto;
    • Pimenta a gosto;
    • Azeite para untar a frigideira.

    Modo de preparo

    Bata uma das claras em neve e, em seguida, reserve-a. Depois, bata o restante dos ingredientes em um recipiente.

    Misture a clara batida em neve com os demais ingredientes e frite na frigideira untada com o azeite.

    ESSA RECEITA TEM APROXIMADAMENTE 320 CALORIAS

    MACROS APROXIMADOS

    Carboidratos: 4,3g / Proteínas: 30,16g / Gorduras: 17,94g

    4. Bolo proteico de Limão com Coco

    bolo de limão com coco

    Ingredientes

    • 6 claras de ovo;
    • 2 colheres (sopa) de suco natural de limão;
    • 2 colheres (sopa) de coco ralado;
    • Adoçante líquido a gosto;
    • ½ xícara de farinha de aveia;
    • 1 pitada de sal;
    • 1 pitada de extrato de baunilha.

    Modo de preparo

    Preaqueça o forno em uma temperatura de 160º. Bata as claras em neve e, em seguida, acrescente o suco de limão, o sal e o adoçante à mistura.

    Quando tudo formar uma massa homogênea, misture a farinha de aveia com cuidado.

    Coloque a massa em uma forma untada e polvilhe o coco ralado. Asse por cerca de 30 minutos.

    ESSA RECEITA TEM APROXIMADAMENTE 292 CALORIAS

    MACROS APROXIMADOS

    Carboidratos: 28,7g / Proteínas: 25,1g Gorduras: 8g

    BOM APETITE!

  • Benefícios do Abacate para quem Treina (Super Fruta)

    Benefícios do Abacate para quem Treina (Super Fruta)

    O abacate já foi uma das frutas proibidas para quem treina ou deseja emagrecer, devido ao seu número elevados de calorias.

    Para entendermos melhor, basta fazer uma pequena comparação: meio abacate médio pode chegar a ter em torno de 200 calorias – tornando-se mais calórico que um misto quente, por exemplo.

    Seguindo esse raciocínio, fica fácil entender o motivo para que ele tenha sido deixado de lado por tantos anos.

    Porém, a grande verdade é que os benefícios do abacate são inúmeros e podem surpreender aqueles que o subestimaram.

    No artigo de hoje, vamos contar os principais deles para quem pratica musculação e treina pesado, além de explicar o que faz um alimento rico em calorias e em gorduras possa ser considerado pelos médicos tão saudável e nutritivo.

    Confira!

    Os Benefícios do Abacate

    Como dissemos, os benefícios do abacate para quem treina são inúmeros e isso envolve as gorduras encontradas na fruta.

    Embora elas sejam bem calóricas e em grandes quantidades, não são consideradas maléficas ao organismo.

    Ou seja, as gorduras que encontramos nos abacates são as que chamamos de “gorduras boas”, responsáveis por melhorar o funcionamento do intestino, otimizar a digestão e ainda serem capazes de diminuir a presença do colesterol ruim, o LDL.

    Isso sem contar com o fato de que são elas as “culpadas” por aquela sensação de saciedade que se estende ao longo do dia todo. Pense bem: quando ingerimos leite desnatado, a fome pode aparecer logo em seguida. Isso não acontece quando ingerimos o leite integral.

    O que causa essa saciedade? As gorduras.

    A mesma ideia pode ser aplicada ao abacate: embora mais calórico, ele faz com que a vontade de comer demore para aparecer, ajudando bastante na dieta.

    Vamos agora à mais alguns benefícios do abacate:


    O abacate ajuda na Musculação

    Rico em cálcio, um dos principais benefícios do abacate para quem treina é a sua ação direta nos ossos e articulações.

    A fruta pode proteger de dores, problemas como fadiga e até mesmo evitar lesões.

    O cálcio também é famoso por ser uma excelente fonte de recuperação dos tecidos que revestem o músculo, por isso, ele pode ajudar bastante no pós-treino e ser um aliado de quem precisa evoluir nas séries.

    Além disso, ele é rico em potássio, o que faz com que todo o treino seja otimizado, haja muito mais força muscular e menos riscos de cãibras.

    Acredita-se que os níveis de potássio no abacate podem superar os da banana.

    Força e Resistência

    Além do cálcio e do potássio, o abacate conta com uma quantidade excelente de outros minerais, como ferro, magnésio e zinco.

    Juntos, eles são capazes de trazer mais resistência e força muscular dar mais ânimo e energia para os treinos e evitar a famosa fadiga dos músculos – que ocorre quando há uma exaustão e impede o atleta de continuar ou evoluir com as séries.


    Diminuição de riscos Cardiovasculares

    As gorduras boas presentes no abacate são essenciais para diminuir os riscos de doenças cardiovasculares e até mesmo problemas como derrames.

    Além disso, a fruta conta com ômega 3 e diversos outros ácidos graxos, que são essenciais para equilibrar os níveis de colesterol do corpo.

    Tudo isso junto torna o treino muito mais seguro e evita complicações futuras.

    Obviamente, é necessário manter o acompanhamento médico alaido com a dieta supervisionada por um nutricionista para garantir que tudo saia como planejado.

    Proteção ao organismo como um todo

    Por fim, temos que citar o fato de que os benefícios do abacate vão muito além dos treinos. Rico em vitamina C, ele protege o organismo de gripes, resfriados e até mesmo de bactérias oportunistas.

    A fruta também conta com níveis grandes de vitamina A e vitamina E, que são essenciais para o bom funcionamento do corpo de forma geral.

    Formas de aproveitar os Benefícios do Abacate
    Pré ou Pós Treino

    Para aproveitar os benefícios do abacate em sua totalidade, é recomendado que ele seja utilizado sempre no pré-treino em um intervalo de tempo de, no mínimo, uma hora.

    Isso porque a fruta é bastante calórica e pode causar um pouco de lentidão se ingerida próximo demais à atividade física.

    Também é válido lembrar que, por ser muito calórico, o abacate deve ser consumido com cautela. A dica é não passar de meia fruta por dia e evitar adicionar açúcar.

    Vale a pena adicionar metade de um abacate com 100 ml de leite, para ajudar na digestão e aproveitar melhor suas propriedades.

    Já no pós-treino, a regra é até meia hora após o exercício, para que a fruta possa ser útil na recuperação muscular.

    Cuidados com o Abacate
    Não perca nada da fruta!

    O abacate é uma fruta de rápida oxidação, por isso, é bastante comum que ele se perca de um dia pro outro.

    Para quem deseja manter a dieta em dia, metade dele já é mais do que o suficiente para o dia, portanto, a dica é manter a outra metade coberta com um papel alumínio e na geladeira até a manhã seguinte.

    Isso irá evitar que ela fique com aquele aspecto de passado e manterá o sabor original. Outra dica é preparar a vitamina com o abacate inteiro e armazenar o restante. Desta forma, ele não estraga e pode ser consumido em até dois dias.

    Para Finalizar…

    Entendemos no artigo de hoje que o abacate é uma excelente fonte e gorduras boas e que pode ser uma das frutas mais indicadas para quem treina pesado ou mesmo para quem deseja emagrecer.

    Isso por causa do cálcio que ajuda na recuperação muscular e também devido à sensação de saciedade estendida que a fruta traz para quem a consome.

    Não se esqueça de evitar mais do que meio abacate por dia e sempre o armazene de forma que ele não estrague e possa ser utilizado no dia seguinte.

    Por fim, nossa dica é que dê uma chance à essa fruta tão saborosa e que foi descriminada por tanto tempo. Consuma com moderação e aproveite todos os benefícios do abacate!

  • Como montar um Cardápio: o que comer em uma dieta de hipertrofia eficiente

    Como montar um Cardápio: o que comer em uma dieta de hipertrofia eficiente

    Muita gente acha que para aumentar a massa muscular basta se entupir de proteínas. Isso não passa de mito.

    Na verdade, quem está em busca da hipertrofia muscular deve aumentar a ingestão de calorias e consumir todos os grupos alimentares – proteína, carboidrato e gordura, além das vitaminas e minerais.

    Mas vamos com calma. O primeiro passo para aumentar massa muscular é saber o quanto e o quê devemos consumir por dia.

    Isso pode ser feito de duas formas – contando calorias ou com os cálculos da necessidade diária de cada macronutriente.

    No cálculo de calorias, você estabelece uma meta de ingestão calórica por dia.

    Já no cálculo dos macronutrientes, você estabelece quanto de gordura, proteína e carboidrato precisa por dia, de acordo com o seu peso.

    Aqui, o foco é no segundo método. De qualquer forma, apresentaremos também o funcionamento do cálculo de calorias, porque usar as duas fórmulas simultaneamente é a melhor opção. 

    E não esqueça: consulte um nutricionista. Todas as fórmulas apresentadas aqui tem embasamento acadêmico, mas são generalizações.

    Os melhores resultados virão sempre de um plano específico, que atenda às suas necessidades individuais – e isso só uma consulta com nutricionista pode fazer por você.

    O que comer em uma dieta de hipertrofia eficiente

    Cálculo de calorias

    Existem diversas formas para calcular a ingestão recomendada de calorias. A mais comum varia de acordo com o seu objetivo:

    • Perda de peso: 20 a 25 kcal por quilo de peso
    • Manutenção de peso: 25 a 30 kcal por quilo de peso
    • Ganho de peso: 30 a 35 kcal por quilo de peso

    Basta multiplicar o seu peso atual pelo número correspondente de calorias de acordo com o seu objetivo.

    Por exemplo, se você tem 70 kg e quer ganhar peso, você deve consumir aproximadamente 2.450 calorias por dia (70 x 35).

    De qualquer forma, não basta saber quantas calorias você deve consumir por dia – é importante também saber de onde virão essas calorias.

    Afinal, você deve saber que obter 2.450 calorias comendo fast-food e sorvete é bem diferente de obter 2.450 calorias comendo frango, batata-doce, arroz integral, lentilha e salada, não é mesmo?

    Por isso, mesmo com o cálculo de calorias, será necessário estabelecer uma meta de macronutrientes.

    E assim ingerir as calorias dos alimentos certos, proporcionando o que você procura: massa muscular.

    O ponto é que, calculando sua necessidade diária de macronutrientes, você já consegue montar uma alimentação equilibrada e eficiente, mesmo sem contar quantas calorias está consumindo, como você verá abaixo.

    Cálculo de macronutrientes

    A necessidade diária de cada macronutriente varia, principalmente, de acordo com seu peso (ou com o peso que você deseja atingir).

    Além disso, varia também com quanto exercício por dia você pratica.

    Mas é claro que existem individualidades que devem ser consideradas, se possível com suporte de uma nutricionista.

    De qualquer forma, é possível montar uma dieta de hipertrofia eficiente e equilibrada levando em consideração os cálculos abaixo.

    Também é importante lembrar que, para obter os melhores resultados, o ideal é refazer o cálculo toda vez que você mudar de peso.

    Carboidrato:

    • Exercício moderado (até 2 horas por dia) 5 g por quilo de peso
    • Exercício intenso (2 a 3 horas por dia): 8 g por quilo de peso
    • Exercício muito intenso (mais de 3 horas por dia): 10 g por quilo de peso

    Proteína: 

    • Iniciantes: 1 g por quilo de peso
    • Treino de resistência: 1,6 g por quilo de peso
    • Treino de hipertrofia: 2 g por quilo de peso

    Gordura: 

    • 1 g por quilo de peso

    Importante: o consumo de vitaminas, minerais e antioxidantes também é fundamental.

    Para conseguir a quantidade suficientes deste nutrientes por meio da alimentação é necessário o consumo de muitas frutas e vegetais.

    As frutas podem ser consumidas in natura ou na forma seca. Já os vegetais, dê preferência às versões cruas, cozidas ou à vapor.

    Quais alimentos escolher

    o-que-acrescentar-na-sua-dieta-para-hipertrofia

    Com relação à qualidade de macronutrientes – ou quais alimentos ingerir para obtê-los – devemos escolher os melhores alimentos dentro de cada grupo e seguir a recomendação de quantidade com base nas contas acima.

    No caso dos carboidratos, o que vai diferenciar é o tipo de carboidrato. O mais recomendado é o integral e de baixo índice glicêmico – os chamados carboidratos complexos.

    Alguns alimentos de médio e alto índice glicêmico como algumas frutas podem ser bem-vindas no pré e pós-treino, porém depende do tipo e tempo do treino.

    As frutas são normalmente recomendadas para treinos de curta duração.

    Para treinos de longa duração, a fruta pode ser consumida, mas para maiores benefícios deve ser associada com um cereal para reduzir o índice glicêmico da refeição.

    Outros carboidratos de baixo índice glicêmico também são bem-vindos.

    O mesmo vale para as gorduras: quem quer ganhar massa muscular deve priorizar as gorduras boas, aquela presente no azeite, no coco, no abacate, castanhas, sementes, peixes e etc.

    Gorduras ruins, presentes nos alimentos industrializados, nas frituras e em algumas carnes, devem ser evitadas.

    Também é importante lembrar que os alimentos ricos em gorduras são mais calóricos, por isso devem ser consumidos com moderação.

    Quanto ao consumo do principal grupo – o das proteínas – deve-se priorizar o consumo das proteínas de alto valor biológico, ou seja, aquela que contém todos os aminoácidos essenciais em proporções adequadas.

    Suplementação

    O consumo de suplementos alimentares pode ser muito bom para você conseguir atingir sua necessidade diária de cada macronutriente – principalmente proteína e carboidrato, que são os dois necessários em maiores quantidades.

    Por exemplo, se você tem dificuldades para chegar na sua meta de proteína diária, um suplemento pode lhe ajudar. 

    Mas lembre de analisar com calma o seu cardápio, para se certificar de que o uso de suplementos de proteína ou carboidratos se faz necessário – do contrário, você estará jogando dinheiro fora e até podendo ter problemas de saúde.

    Bons exemplos deste tipo de proteína são as carnes, peixes, aves e ovos.

  • Verdade ou mito: a creatina causa problemas nos rins?

    Verdade ou mito: a creatina causa problemas nos rins?

    A creatina já foi até proibida e, por causa disso, ainda é associada a problemas de saúde, em especial renais. Mas será que isso é verdade?

    A creatina é hoje um dos suplementos mais conhecidos, usados e recomendados do mundo da musculação. Mas nem sempre foi assim.

    Você sabia que a creatina já foi proibida no Brasil? Tudo por causa de alguns estudos da década de 90 que não comprovavam a segurança nem a eficácia do uso da substância como alimento – o que obviamente mudou com o avanço das pesquisas.

    Uma das consequências apontadas pelos estudos da época era de que existiam “fortes evidências de que a creatina era responsável por deterioração na função renal”. E, por isso, surgiu a ideia de que a creatina causava pedras nos rins.

    A famosa revista esportiva francesa L’Equipe, inclusive, foi uma das publicações responsáveis por divulgar essa teoria, quando alarmou seus leitores sobre o perigo da suplementação em quaisquer condições. E essa notícia foi rapidamente repercutida por toda a Europa.

    Nesse período, foram atribuídos diversos efeitos prejudiciais à creatina, como disfunção renal, alterações hepáticas e até mesmo a morte. De fato, os próprios pesquisadores Pritchard e Kalra contribuíram para isso, ao ligarem o consumo desse suplemento à morte de três lutadores de luta greco-romana.

    Hoje, já se sabe que a creatina nunca esteve associada a esse episódio, e investigações policiais concluíram que apenas um desses sujeitos suplementava com creatina. No entanto, o estrago já estava feito, e por causa dessa e de outras especulações, a creatina foi proibida em diversos países, incluindo o Brasil, onde a Anvisa baniu a substância em meados de 1998.

    De lá para cá, tudo mudou. Novos e mais avançados estudos garantiram a segurança e os benefícios da creatina e, não por acaso, a Anvisa reviu sua norma e liberou a comercialização do produto no país a partir de 2010.

    Desde então, o produto se popularizou e é um dos suplementos mais consumidos nas academias.

    Por que a creatina foi associada a disfunção renal?

    suplementos whey creatina pó cápsulas

    A creatina aumenta a creatinina, que por sua vez é usado como um marcador de função renal.

    Indivíduos que usam a substância podem, eventualmente, ter aumento desse marcador, mas isso não significa necessariamente, um comprometimento renal.

    Para monitorar a segurança da creatina não se deve usar apenas o marcador creatinina. Muitos estudos da época usavam esse tipo de marcador, o que tornava uma conclusão escassa.

    É importante usar outros tipos de marcadores que não dependam do metabolismo da creatina, ou seja, que não seja influenciada com o uso do suplemento.

    E é assim que os estudos mais recentes foram conduzidos.

    E por que é permitida no Brasil hoje?

    mulher suplementos creatina

    Atualmente, são bem documentados os efeitos ergogênicos da suplementação de creatina em atividades intermitentes de alta intensidade e curta duração

    Há uma boa base científica para se afirmar que esse suplemento, quando consumido de acordo com as recomendações apropriadas, não trazem prejuízos à saúde do praticante de atividade física saudável.

    Com a necessidade de atualização da Portaria SVS/MS n. 222/1998 por parte da Anvisa, verificou-se que os consensos científicos (nacional e internacionais) sobre o tema apresentavam nova fundamentação científica que comprovava a segurança e a eficácia da creatina para atletas em exercícios repetitivos de alta intensidade e curta duração.

    Este estudo, por exemplo, garante que não há disfunção renal ao suplementar com a substância. Neste outro, os autores verificaram que a suplementação de creatina em grande dosagem e por um longo período (aproximadamente 10 g/dia durante três meses) não prejudicava a função renal.

    Apesar de não existirem estudos longos com o uso de creatina o suplemento tem um perfil bom de segurança com os estudos já publicados.

    Conclusão

    homem suplementos creatina

    Apesar da existência de alguns relatos de caso na literatura indicando que a creatina possa prejudicar a função renal, não há evidências sustentáveis de que essa substância apresenta riscos a homens saudáveis.

    Àqueles com algum risco de doença renal pré-existente, recomenda-se a monitoração sistemática até que se ateste a segurança da suplementação, mas, para pessoas saudáveis, o risco é praticamente zero.

    A única recomendação é não ultrapassar a quantidade de 5g por dia, pois não há evidências científicas suficientes que garantam a segurança da ingestão acima dessa dosagem, à longo prazo. Até este valor, o consumo é totalmente seguro segundo a ciência.

    Quando feita com acompanhamento de um profissional e que respeite a dosagem, a suplementação de creatina é eficaz e segura.

  • Ganhar massa muscular nunca é fácil, mas para algumas pessoas é ainda mais difícil. Se você está nesse grupo, veja como resolver o problema!

    Ganhar massa muscular nunca é fácil, mas para algumas pessoas é ainda mais difícil. Se você está nesse grupo, veja como resolver o problema!

    Ganhar massa muscular não é uma tarefa fácil para absolutamente ninguém. Só que para algumas pessoas, a dificuldade é ainda maior. 

    Se você faz parte desse grupo, não se desespere. Existe uma série de estratégias que podem facilitar sua vida e abrir caminho para que você atinja seus objetivos.

    Você já deve saber que o desenvolvimento muscular está apoiado em 3 pilares: treino, alimentação e descanso.

    Em cada uma dessas áreas, é possível tomar atitudes específicas para facilitar o ganho de massa magra.

    Aqui, mostrarei algumas estratégias relacionadas à treino e alimentação que podem fazer a diferença no seu resultado.

    5 estratégias essenciais para quem tem dificuldade em ganhar massa muscular

    1- Não subestime o gasto energético

    cansaço treino

    Subestimar o gasto energético é muito comum e é o erro que mais pode comprometer a hipertrofia muscular.

    Para ganhar massa muscular, você deve manter o balanço calórico positivo, ou seja, tem que consumir mais calorias do que gasta ao longo do dia.

    Se você consumir menos calorias que gasta, nunca vai conseguir hipertrofia muscular.

    O cálculo de gasto calórico deve considerar a taxa metabólica basal (TMB).

    Ela corresponde à energia necessária para manter as funções vitais do organismo em repouso.

    Some a isso o gasto de energia dos exercícios físicos realizados ao longo do dia.

    Outros fatores também podem influenciar, como o fator atividade física, que corresponde ao gasto calórico em atividades rotineiras, como o trabalho, caminhada até em casa, etc.

    Quanto mais detalhado e preciso for seu cálculo, maior a chance de não subestimar seu gasto energético.

    Existem inúmeras formas de realizar esse cálculo, mas o mais indicado é fazê-lo com um profissional especializado no assunto.

    2- Consuma a quantidade correta de calorias

    pre-treino pós-treino alimentação dieta comida treino

    É muito comum que pessoas com alto gasto energético não consigam consumir o número de calorias correto ao longo do dia, porque a necessidade calórica é muito alta.

    O problema é que não atingir essa meta diária de calorias pode impedir o ganho de massa muscular.

    Primeiramente, você deve saber qual a quantidade correta de calorias que você deve ingerir para ganhar massa muscular.

    Um cálculo rápido e fácil de ser usado para saber o número de calorias para ganhar massa muscular é somar 500 calorias ao seu gasto energético diário.

    Por exemplo, se o seu gasto energético é de 2.500 calorias por dia, você deve consumir 3.000 calorias por dia para ganhar massa muscular.

    Quer ver algumas dicas para você conseguir alcançar o número de calorias recomendado? Então, se liga:

    • Faça várias refeições ao dia

    Não dá pra ingerir tudo de uma única vez, por isso, faça mais refeições por dia.

    Realizar várias refeições ao dia também ajuda a manter o metabolismo anabólico!

    • Escolha os alimentos certos

    Os alimentos têm valores calóricos diferentes. 

    Se você não consegue consumir uma quantidade alta de alimentos por dia, você deve consumir os alimentos mais calóricos.

    Assim, com um menor volume de alimentos, você consegue uma alta ingestão calórica.

    Esse exemplo é de alimentos fontes de carboidrato, porém essa mesma estratégia funciona para alimentos fonte de proteína ou de gordura.

    E, obviamente, você deve manter a alimentação saudável. Não adianta apelar para alimentos processados ultra-calóricos.

    Porque apesar de te ajudarem a atingir a meta de calorias, vão causar uma série de problemas.

    • Talvez seja necessário uma suplementação

    Se mesmo com as dicas acima você não conseguir a quantidade ideal de calorias e macronutrientes, a suplementação pode te ajudar.

    Você deve verificar a quantidade de calorias e macronutrientes que você precisa e utilizar os suplementos para suprir essa necessidade.

    Bons suplementos, nesse caso, são os suplementos proteicos, os ricos em carboidrato e até o hipercalórico.

    3. Tenha um treino específico para o seu objetivo

    Tão importante quanto se alimentar bem é dar o estímulo de treino certo para quem tem dificuldade de ganhar massa muscular. Eu falo isso com total experiência no assunto, pois o meu biotipo corporal é o ECTOMORFO, sendo assim tive que aprender a melhor maneira de treinar para ter resultados consistentes na Hipertrofia.

    Um dos pontos essenciais em um planejamento de treino específico é saber quais musculaturas você precisará dar ênfase, muitas vezes são os ombros, braços e membros inferiores, que muitos ectomorfos possuem dificuldades.

    Um treino específico está diretamente ligado ao seu gasto calórico total o que faz toda diferença nos ganhos de hipertrofia, pois é necessário que o aluno não esteja em déficit calórico.

    Seguindo essas dicas é super provável que em 3 meses você já note uma grande diferença no seu corpo, falo isso porque é o relato dos meus alunos de consultoria online.

    4- Rastreie macros e conte calorias

    rastrear macros e contar calorias

    Rastrear os macros trata-se de saber a quantidade de calorias que você precisa por dia, e acompanhar o consumo de todos eles ao longo do dia.

    Suponha que você vai à um nutricionista e sai de lá com a recomendação de ingerir 3.000 calorias, 375g de carboidrato, 67g de gordura e 225g de proteína.

    Para fazer corretamente, a única forma de fazer isso é controlando muito bem a alimentação – e rastreando macros e contando calorias.

    Isso significa prestar atenção à quantidade de macros e calorias de cada alimento que você consome.

    Juntando o controle da sua ingestão calórica, mais o controle do gasto calórico e um treino especifico as suas chances de ter o resultado que deseja aumentam em mais de 90%.

    5- Suplementação é necessária?

    suplementos alimentares

    Aí vem a pergunta: eles são realmente obrigatórios? A resposta é “não”.

    Mas com certeza eles podem ajudar na absorção das calorias que voce nao conseguiu ingerir ao logo do dia.

    Confira alguns dos suplementos mais importantes para esta fase do desenvolvimento corporal:

    • Hipercalórico: é um suplemento que, como o próprio nome diz, possui alto valor calórico. Esses suplementos são ricos em calorias, carboidratos, proteínas e gorduras.
      Eles ajudam quem tem dificuldade em ganhar massa muscular e/ou ingerir o número corretos desses macronutrientes.
    • Whey Protein: suplemento muito popular, que além de ser uma ótima fonte de proteína e proporcionar benefícios específicos, ajuda quem não consegue consumir a quantidade correta de proteína para ganhar músculos. 
    • Carboidratos: existem inúmeros tipos de suplemento ricos em carboidrato e todos vão te ajudar a chegar na quantidade recomendada desse macronutriente. Porém, a melhor opção varia de acordo com o tipo de atividade física, duração, intensidade e sua resistência insulínica.
    • BCAA: Apesar de não contribuir na sua meta calórica, ele pode evitar o catabolismo, assim você previne a perda de massa muscular.
    • Creatina: Estudos mostram que a creatina, além da ação ergogênica (que aumenta energia), também colaboram para o aumento de hipertrofia e força muscular.

    Para não gastar dinheiro em vão e não se decepcionar com os resultados, procure um profissional para te dizer se você realmente precisa fazer o uso desses suplementos.