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  • Going to the Bathroom 3 Times a Week Isn’t Normal!

    Going to the Bathroom 3 Times a Week Isn’t Normal!

    What almost no one told you about how your gut actually works, and why it’s draining your energy in the middle of your day.

    “But that’s just how my body works.” If you’ve ever said that about going to the bathroom only a few times a week, give me the next five minutes, because that “just how it is” is exactly the problem. Going three times a week isn’t your natural rhythm. It’s a gut that has gotten used to running badly.

    First, what “normal” actually means

    Clinically, having fewer than 3 bowel movements a week is already constipation, even if it feels completely normal to you. But here’s the point that changes everything: “not constipated” is not the goal. Scraping by at the bare minimum is surviving, not functioning well.

    The healthy range is wide: anywhere from 3 times a week to 3 times a day. But for most adults, the sweet spot, the one that keeps your energy and digestion steady, is close to once a day.

    And it’s not just the number. Just as important as frequency is quality: firm, complete stools, passing without straining, with the sense that you actually emptied. Going every day but with effort, hard and dry and feeling like something’s left behind, is also a red flag.

    Why this matters (especially if your calendar is full)

    A sluggish gut isn’t just discomfort in the bathroom. It’s a tax you pay all day long, often without connecting the dots:

    • Less energy: stalled digestion drains resources and slows you down right when you need to perform.
    • Bloating and a heavy, distended belly by the end of the day, even when you barely ate.
    • That feeling of “weight” and discomfort in the middle of a meeting or an important moment.

    In other words: a detail you treat as trivial is quietly charging a toll on your energy and your productivity.

    Why “it’s always been like this” is the trap

    Your body adapts to what you repeat. When the gut spends months (or years) working slowly, that becomes the new baseline, and the baseline starts to feel normal. Getting used to something isn’t the same as it being healthy. The fact that you’ve adapted doesn’t mean everything is fine; it means the fix is overdue.

    What does NOT fix it: the trendy laxative tea

    I’ll be blunt, because there’s a lot of money riding on this misinformation. Laxative teas don’t cure constipation. That “relief” you feel is the gut being chemically forced, not corrected. Use it for a while and it gets lazy without the stimulus, and you build a dependence on the product to do what your body should do on its own.

    Real constipation is almost never a lack of tea. And in the vast majority of cases, it isn’t a lack of medication either. It’s a lack of the basics, the stuff nobody sells, because you can’t package it in a pretty capsule.

    What actually fixes it: fiber, water, and movement (in the right dose)

    Less sexy than a “miracle detox,” I know. But it’s what works and holds up long term, with no rebound effect:

    Fiber on your plate. Fruit, vegetables, legumes, and whole grains throughout the day. Fiber gives your gut bulk and rhythm. Increase it gradually so you don’t bloat in the process.

    Water, spread out. Fiber without water does nothing: water is what keeps things soft enough to pass without strain. Drink across the day, not all at once.

    Daily movement. You sit for 8 hours and your gut sits right along with you. Movement is a natural laxative, and it’s free. You don’t need a marathon: walking, getting up from your chair a few times a day, and training consistently already move the needle.

    Three simple things that fit into your week. What fixes this isn’t a burst of intensity. It’s consistency.

    When to see a professional

    Adjusting your habits solves most cases, but not all. Seek medical advice if you notice: a sudden and persistent change in your bowel habits, blood in your stool, severe abdominal pain, unexplained weight loss, or constipation that doesn’t improve even with the changes above. This article is informational and does not replace an individual evaluation.

    If you want the practical playbook (how much fiber, how to spread your water, and what movement fits a packed schedule), I put together a quick 5-minute guide.

    👉 Download the free guide here: [GET THE GUIDE HERE]

    Delano Pinheiro is a certified physical education professional specializing in sports nutrition, injury prevention, and body composition change. In 10 years, he has helped more than 11,000 people train efficiently and sustainably, without becoming athletes and without living at the gym. Brazilian, based in Miami.

  • Como calcular sua necessidade de macro e micronutrientes

    Como calcular sua necessidade de macro e micronutrientes

    Você se dedica no treino, controla a alimentação e não consegue chegar no seu objetivo? O problema pode estar na sua dieta. Veja como calcular!

    Aumentar a massa muscular ou emagrecer não é uma tarefa tão simples. Não basta contar calorias, treinar e pronto.

    Mais do que se preocupar com calorias, você precisa saber a quantidade correta de cada macro e micronutriente que seu organismo precisa.

    E isso não é tão complicado quanto parece.

    Eu vou te ajudar a calcular o quanto de calorias e macronutrientes você precisa para chegar no seu objetivo com saúde.

    Saca só:

    Como calcular sua necessidade de macro e micronutrientes

    Como calcular sua necessidade calórica

    Uma fórmula simples e recomendada para atletas e praticantes de atividade física é a recomendação da Sociedade de Medicina Esportiva.

    A ingestão calórica recomendada é de 37 a 41kcal/kg de peso corporal por dia, que pode variar 30 e 50 kcal/kg de peso corporal, para perda ou ganho de peso corporal.

    Então, se você quer emagrecer, você precisa ter um consumo calórico mais reduzido, mais perto de 30 calorias / kg de peso por dia. Mas se o seu objetivo for ganho extremo de massa muscular, você precisa de um consumo calórico bem mais alto – mais próximo de 50 calorias.

    É claro que tudo depende também do tipo e intensidade do seu treino.

    Basta você multiplicar o seu peso por essa recomendação para descobrir quanto de calorias você precisa consumir em um dia.

    Então, a fórmula ficaria mais ou menos assim: PC (peso corporal) X 30 ou 50 caloriasSendo 30 para perda de peso e 50 para ganho de massa muscular.

    Por exemplo, um cara de 80 kg que deseja perder peso corporal e treina todos os dias, precisa de 2400 calorias diárias em média.

    Agora que você já sabe quanto de calorias precisa consumir ao longo do dia para chegar no seu objetivo, você precisa saber quanto de cada proteína, carboidrato e gordura você precisa ingerir.

    Mingau de aveia

    Como calcular os macros

    É o equilíbrio entre o consumo desses nutrientes de acordo com o seu objetivo que vai tornar sua alimentação saudável e fazer com que você chegue no seu objetivo de forma mais efetiva.

    Também existem diversas recomendações para a distribuição calórica, ou seja, quanto de cada um dos macronutrientes você deve consumir em relação às suas necessidades calóricas.

    • 10 a 35% de proteína
    • 45 a 65% de carboidrato
    • 20 a 35% de gordura

    Com essa recomendação, você precisa pegar a quantidade de calorias diárias que você precisa e dividir conforme o percentual indicado.

    Usando o exemplo do cara de 80 kg que você consumir 2400 calorias diárias, ele precisa aproximadamente:

    • 720 calorias de proteína
    • 1080 calorias de carboidrato
    • 600 calorias de gordura

    Cada grama de proteína e carboidrato equivale a 4 calorias, enquanto cada grama de gordura é 9 calorias. Então, se você dividir o número de calorias de proteína e carbo por 4 e de gordura por 9, você descobre quantos gramas de cada nutriente você precisa.

    Vamos lá.

    • 720 / 4 = 180 g
    • 1080 / 4 = 270 g
    • 600 / 9 = 66 g

    Lembre-se que 180g de proteína não é 180g de um alimento fonte de proteína, então você precisa calcular quantos gramas de proteína tem um filé de frango por exemplo e somar com a quantidade de proteína de outros nutrientes para chegar nos 180g que você precisa.

    Micronutrientes

    As doses de micronutrientes (vitaminas e minerais) são mais fáceis de serem calculadas, pois os especialistas recomendam uma dose padrão para consumo diário.

    Assim fica bem mais fácil, hein?!

    Algumas pessoas podem ter dificuldade de absorver algumas vitaminas ou minerais, então é preciso consumi-las em quantidades diferentes.

    Além disso, essas quantidades podem variar de acordo com a idade, gênero, etc.

    Porém, vamos levar em consideração uma situação normal:

    • Vitamina B12: 3 a 5 microgramas (µg) por dia
    • Vitamina D: 5 a 50 microgramas (µg) por dia
    • Vitamina A: 900 microgramas (µg) por dia
    • Vitamina C: 90 miligramas (mg) por dia
    • Vitamina E: 15 miligramas (mg) por dia
    • Cálcio: 1000 miligramas (mg) por dia
    • Iodo: 150 microgramas (µg) por dia
    • Ferro: 8 miligramas (mg) por dia
    • Zinco: 11 miligramas (mg) por dia

    Com uma alimentação equilibrada e variada você vai conseguir facilmente a ingestão desses nutrientes.

    Então, uma alimentação colorida e variada e o consumo adequado de frutas e vegetais são fundamentais para uma ingestão de micronutrientes adequado.

    Além disso, há suplementos nos mercados ricos em vitaminas e minerais que ajudam a evitar a deficiência desses nutrientes e ainda podem ajudar na melhora do desempenho físico.

    O que são macro e micronutrientes?

    Alguns nutrientes são essenciais para o funcionamento do nosso organismo e, obviamente, para emagrecer, melhorar o desempenho físico e/ou para a construção de músculos.

    Entre os micronutrientes, dois são essenciais: as vitaminas e os minerais.

    Já entre os macronutrientes, estão as proteínas, os carboidratos e as gorduras. Estes, como mencionados acima, são fundamentais para você chegar no seu objetivo.

    Veja porque cada um é importante na sua alimentação.

    Macronutrientes

    Proteínas

    Matéria-prima dos músculos, é o nutriente fundamental para a construção da fibra muscular e de praticamente todos os tecidos do organismo. Ou seja, fundamental para construção e recuperação muscular.

    Normalmente, são encontradas em maiores quantidades em carnes e laticínios, mas também está amplamente presente em alguns alimentos de origem vegetal.

    Carboidratos

    É a principal fonte de energia do organismo e pode ser classificado como “simples” ou “complexos”, e isso depende do tempo que o organismo leva para quebrar suas moléculas.

    Os simples são liberados e absorvidos rapidamente, enquanto os complexos são liberados gradualmente. Não existe bom e ruim, tudo depende do objetivo da pessoa e de como e quando cada um é consumido.

    Batata doce, arroz e massas integrais são alguns exemplos de carboidratos complexo. Entre os carboidratos simples estão os pães, batata inglesa, arroz, entre outros.

    Gorduras

    Também fornecem energia para o organismo e ajudam a sintetizar diversas vitaminas, além de auxiliarem na produção dos hormônios.

    Ao contrário do que alguns pensam, o consumo de gordura é essencial para a saúde e também você chegar no seu objetivo.

    O consumo das gordura insaturadas (poli e monoinsaturadas) deve ser priorizado, pois são as gorduras boas. Elas estão presentes no azeite, abacate, castanhas, peixes e outros alimentos.

    Se você ainda tem dúvidas sobre como ter uma alimentação específica para o seu objetivo, eu posso te ajudar! Me manda um direct pelo meu instagram @delanopinheiro